segunda-feira, 7 de março de 2011

Fim de NAMORO


Sempre que penso em relacionamento me lembro que não existe um certo e um errado, existem responsabilidades divididas em 50% de igualdade.
E nesse trabalho psicoterapeutico vivi histórias ricas cheia de detalhes, aprendi que a região que nascemos faz diferença na nossa maneira de ver o mundo.
Me lembro de uma história contada em sala de aula marcante de
um moço que se mostrava muito maduro, responsável enquanto ganhava sem precisar trabalhar.
TRABALHAR mesmo, ele não era muito chegado e acreditava que a namorada tinha dinheiro, ele foi ficando, ficando, ficando e a mãe dessa moça torcendo bem o nariz pq não gostava daquela situação.
Particularmente da profissão dele, tem preconceito, acha que são como uma parte dos seminaristas(eles porem com cultura) pobres na infancia e alguns podem sofrer abuso sexual, o que o torna um perigo qdo adulto.
Esses outros uma parte mal sabe falar, se metem em escandalos e parte deles, gostam de prostitutas. Um belo dia esse casal veio a se separar, a moça ficou sabendo atraves das pessoas que o namorado menos poderia imaginar que ela foi traida, que ele
Numa conversa informal disse " Pera que de TRAVECO eu entendo", para um psicólogo isso se chama ATO FALHO (conjecturando numa associação livre poderiamos pensar, numa homossexualidade não assumida socialmente). Contou para amigos da namorada dele certa madrugada quando estava muito embriagado, algo que fazia com frequencia o mesmo conhecia algumas casas de prostituição da região que a pouco tempo eles moravam.
Embora fosse uma cidade de porte de medio, ela é uma pessoa conhecida e nesse local essa fidelidade masculina não existe por ela ser muito querida pelos amigos.
As mulheres pelo advento da maternidade e outros fatores hormonais, amadurecem mais cedo que o homens.
Algumas pessoas repetem as histórias quando não trabalham suas questões principais em psicoterapia.
Não existem familias ruins ou criações ruins, existem diferentes.
Nessa aula foi a principal questão que eu aprendi, sobre as diferenças, o "ato falho" acontece por acaso, sem desejarmos, somos traídos pelo nosso inconsciente.
E que se formos tomados por uma segurança que não faz parte da realidade, podemos nos decepcionar, não somos os donos da verdade.
Somos seres falhos, somos humanos! Quanto mais um ser se esconde mais ele se denuncia...

quinta-feira, 3 de março de 2011

Até quando?


Texto compilado dos links abaixos:
Imagine um pai matar os dois filhos, depois queimá-los, esquartejá-los e deitá-los num contentor de lixo…
Impossível não questionar o que leva um pai ou uma mãe a maltratar os próprios filhos.
E sempre que sugem casos de pais que agridem ou matam os seus filhos a Sociedade entre em choque.
Acontece um pouco por todo o Mundo. Em Portugal quem não se lembra do caso de Joana Cipriano, uma menina que, segundo a mãe, tinha saído para fazer compras num café próximo de casa e que desapareceu, por volta das 20h30m, do dia 12 de Setembro de 2004.
Dois anos depois, a mãe, Leonor Cipriano, e o tio da criança, João Cipriano, foram condenado a 16 anos de prisão cada um pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver… a polícia não tinha provas de que terceiros estivessem envolvidos no crime, como a mãe de Joana deu a entender assim que o caso foi descoberto.
Mas ainda hoje o caso não está esquecido, sobretudo na pequena aldeia algarvia onde morava a criança. A população da Figueira mantém o sentimento de desconfiança de que Joana terá sido vítima de rapto ou mesmo homicídio por parte de desconhecidos.
Todos os ano, as histórias repetem-se… crianças que são agredidas violentamente e até mesmo assassinadas pelos próprios familiar. Trajédias em família que, por muito comuns que se tornam, não deixam de chocar quem vê ou ouve falar do assunto.
Mas afinal o que leva um pai, que deveria amar, matar ou maltratar o seu próprio filho? Essas pessoas deveriam ser tratadas como réus comuns ou doentes?
Dê-nos a sua opinião… participe, mais logo, no Debate Público! Depois da meia-noite, na TV Record
Assista aqui: Campanha contra a violência infantil
29/12/2010 - 06h49min

O desempregado de 37 anos que confessou nesta terça-feira (28) à polícia ter jogado o próprio filho no Rio Tietê disse que cometeu o crime para se vingar da ex-mulher, a mãe da criança.

O crime foi dois dias antes do Natal. Mas o homem se entregou apenas nesta terça. Em depoimento à polícia, ele afirmou que pediu para que a ex-mulher deixasse ele levar o garoto na casa de uma tia por volta das 22h.

Polícia diz que pai confessou assassinato de filho de 6 anosOs dois atravessavam a ponte da Vila Maria quando, segundo o pai, o menino pediu para subir no parapeito. Ele segurou a mão do filho e depois soltou. O menino caiu no rio. O pai não mergulhou atrás da criança nem pediu ajuda.

O corpo do menino foi encontrado boiando no rio na região da Casa Verde no último domingo. No dia do crime, o pai fugiu para São Vicente, na Baixada Santista.

No depoimento, o homem disse que não aceitava o fim do relacionamento e já tinha feito ameaças à antiga companheira.

Ele vai responder por homicídio doloso (quando há intenção de matar).

Fonte: G1
O que leva alguém a matar uma criança de cinco anos de idade? Será o ciúme? Será o descontrole emocional? Será o estresse próprio de uma vida competitiva? Será um instinto de violência? É impossível acreditar que alguém maior de idade e de mente sã possa atentar contra a vida de um semelhante de tão tenra idade. O caso de Isabella Nardoni envolve todo o País, cuja população procura uma causa para o ato que lhe tirou a vida. As últimas notícias sobre o caso indicam que a Polícia indiciou o pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, acusando-os de autores do bárbaro crime. Depois de 17 horas de depoimento prestado aos delegados que apuram o caso, o casal foi liberado, mas deverá ir para a cadeia na próxima terça-feira, quando a Polícia pedirá a sua prisão à Justiça, baseada nas provas técnicas – consideradas contundentes – levantadas principalmente na chamada cena do crime. Ontem de manhã, ao chegarem para escoltar o casal até a Delegacia onde prestaram o longo depoimento, os policiais notaram que Anna Carolina tremia muito e também chorava. Revelou-se hoje que a Polícia, por estratégia, ouviu primeiro o pai de Isabella e só depois tomou o depoimento de Anna Carolina Jabotá, que, assim cansada e nervosa, poderia deixar escapar alguma informação que esclarecesse mais ainda o que se passou antes, durante e depois da morte da menina. Os gritos das pessoas que se juntaram do lado de fora da casa dos pais de Alexandre e da delegacia onde prestaram depoimento podem e devem ser entendidos como os gritos da polulação brasileira, revoltada contra o crime e contra os seus autores, que, segundo a Polícia, são o pai e a madastra de Isabella. Se algum leitor deste blog – psiquiatra, psicólogo, estudante de psicologia ou qualquer outra pessoa com ou sem formação superior – tem uma opinião sobre este assunto, por favor, poste seu comentário, pois ele servirá para abrir um debate sobre o tema. Afinal, o que pode causar um crime como esse que vitimou Isabella?
http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/por-que-alguem-mata-uma-crianca-de-5-anos-responda/
 
TOPO
©2009 Sonia Furlanetto Por Templates e Acessorios Sônia