psique e suas nuances

psique e suas nuances

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Troca de Partido Político e gastos públicos

Paulo Maluf - LIDER DO PP - Partido coligado ao PPS em Mogi

É pelo jeito o Dep. Gondim não apenas troca de partido político como troca de roupa, pelas tabelas abaixo e suas respectivas fontes o Deputado também está a frente no ranking dos parlamentares que mais gastam dinheiro público.

De Evaldo Novelini, no O Diário de Mogi, de hoje (http://www.odiariodemogi.com.br/):
“GastosO deputado estadual reeleito Luiz Carlos Gondim Teixeira (PPS) despediu-se do mandato anterior batendo um recorde. Em fevereiro, segundo balanço divulgado pelo Palácio 9 de Julho, o parlamentar consumiu exatos R$ 17.564,34 de suas verbas de gabinete. A partir do próximo mês, vai ser possível estabelecer um ranking de quem gasta mais dinheiro público, já que a Região tem agora quatro representantes na Assembléia."


Candidato a prefeito de Mogi das Cruzes, o deputado estadual Luiz Carlos Gondim Teixeira (PPS) lidera o ranking dos parlamentares que vão disputar as eleições de outubro e mais utilizam verbas indenizatórias na Assembléia Legislativa de São Paulo. O levantamento foi feito pela Transparência Brasil e divulgado na última quinta-feira. Dos 29 deputados que participarão do pleito do próximo dia 5 de outubro, Gondim Teixeira aparece no topo, tendo pedido o reembolso de R$ 299.780,59 desde que assumiu a atual legislatura, em março do ano passado.


Fonte:

http://www.odiariodemogi.com.br/colunistas/noticia_view.asp?mat=11122&edit=20



Luiz Carlos Gondim Teixeira


» Local de nascimento: CE - Fortaleza
» Data de nascimento: 29/11/1947
» Sexo: Masculino

» Estado civil: Separado Judicialmente
» Grau de Instrução: Superior Completo
» Principal atividade: Médico

Eleição 2006 ›
ver resultados da eleição

» Cargo disputado: Deputado Estadual

» Situação: Eleito
» Partido: 23 - PPS - Partido Popular Socialista
» Partidos da coligação: PPS

1º TURNO
Nº abs.
% do partido
% da coligação
% dos válidos
Distribuição espacial:
Municípios
Zonas
Votos Nominais
70.403
7,03%
7,03%
0,34%


Votos do Partido
1.002.168
100,00%
100,00%
4,83%


Votos da Coligação
1.002.168
-
100,00%
4,83%



Eleição 2004 ›
ver resultados da eleição

» Cargo disputado: Prefeito - Município: SP - Mogi das Cruzes

» Situação: Não eleito
» Partido: 22 - PL - Partido Liberal
» Partidos da coligação: PT / PTB / PMDB / PSL / PL / PRTB / PSB / PV / PC do B

1º TURNO
Nº abs.
% do partido
% da coligação
% dos válidos
Distribuição espacial:
Municípios
Zonas
Votos Nominais
58.964
100,00%
100,00%
31,79%


Votos do Partido
58.964
100,00%
100,00%
31,79%


Votos da Coligação
58.964
-
100,00%
31,79%



Eleição 2002 ›
ver resultados da eleição

» Cargo disputado: Deputado Estadual

» Situação: Eleito
» Partido: 43 - PV - Partido Verde
» Partidos da coligação: PV

1º TURNO
Nº abs.
% do partido
% da coligação
% dos válidos
Distribuição espacial:
Municípios
Zonas
Votos Nominais
56.967
5,62%
5,62%
0,29%


Votos do Partido
1.013.064
100,00%
100,00%
5,17%


Votos da Coligação
1.013.064
-
100,00%
5,17%



Eleição 1998 ›
ver resultados da eleição

» Cargo disputado: Deputado Estadual

» Situação: Eleito
» Partido: 43 - PV - Partido Verde
» Partidos da coligação: PV

1º TURNO
Nº abs.
% do partido
% da coligação
% dos válidos
Distribuição espacial:
Municípios
Zonas
Votos Nominais
13.327
5,21%
5,21%
0,08%


Votos do Partido
255.722
100,00%
100,00%
1,62%


Votos da Coligação
255.722
-
100,00%
1,62%



terça-feira, 9 de setembro de 2008

DESABAFO




O Prefeiturável Gondim de Mogi das Cruzes insiste na velha política, que tudo fará e fez pelo município. Mas questiono o que fez quando vereador? Porque passou anos na câmara dos vereadores.
Para candidato a prefeito está fazendo uma excelente campanha para as próximas eleições de Deputado Estadual.
Passou esses anos visitando outros municípios, aliás, o tempo que estive trabalhando com eles, tudo o que eu via era o Deputado em viagens pelo Estado de São Paulo.
Lembro-me dos comentários do Penna, Presidente Nacional do PV, se referindo ao Gondim, como alguém que está sempre em campanha.
E quem está preocupado com a campanha, está preocupado consigo mesmo e não com o povo.
Comenta que é contra a política, mas suas ações não condizem com seus comentários, lamentável para o município e para o nosso estado.
Faz viagens quase que mensais para Fortaleza e nas eleições sua família vem do Ceará para votar em Mogi das Cruzes, vergonhoso.
Usa situações desfavoráveis a ele, distorcendo informações para o povo, como quando não se afastou da Assembléia Legislativa.
Fazem solicitações para outros candidatos retirarem banner de seus comitês, mas não retira o seu, joga com palavras, se mantém sempre em cima do muro nas decisões a serem tomadas e seu sorriso não convence.
Até quando teremos de conviver com políticos ditadores?
Alguém que critica a gestão atual pela situação eleitoreira, não apresentando propostas concretas de governo. Não sabe o que acontece no município porque não esteve no município quando foi preciso.
Sim eu tenho todos os motivos para tecer comentários referentes a esse político, afinal até minha credencial e certificados de congressos e cursos que participei dentro e fora do Pais desapareceram do seu consultório, bem como meu celular com a minha agenda de contatos.
Eu acreditava que certas coisas só eram possíveis nas páginas policiais e nas novelas, mas vivi muitas situações junto da equipe que eu trabalhei, que de ficção nada tem.
Hoje me sinto feliz por ter conhecido pessoas comprometidas com o trabalho e com o povo, e se houveram muitas situações desfavoráveis. Aos poucos estou reconstruindo uma nova história dentro desse contexto.

http://psicsoniafurlanetto.blogspot.com/

segunda-feira, 1 de setembro de 2008


LIMITES
Os filhos necessitam de limites

l É necessário enfrentar esta questão para que as crianças tenham alguma referência na vida e não vivam na confusão e no


relativismo.

l LIMITE E AUTORITARISMO
l Talvez seja difícil ver a diferença entre limite e autoritarismo, mas é necessário clarear esta questão.
l Nota-se que se não houver limites, as crianças fazem de tudo para procurá-los. Mas até onde elas podem chegar nesta procura? Como elas agem?
l Veja este exemplo, bastante comum em qualquer família:
l Depois de uma manhã com um grupo de amiguinhos, Ana quer brincar também durante o almoço. A mãe diz: “Não! Agora é hora de comer”. A criança bate os pés e se recusa a comer.
l Se a mãe lhe permitisse comer sem estar sentada à mesa, provavelmente se alegraria pelo seu triunfo. No entanto, se a mãe conseguir se mostrar firme, ajudando Ana a superar o mau humor, e se Ana no fim comer tranqüilamente, ambas sairão vitoriosas. Sentir-se-ão mais unidas e satisfeitas por terem superado o conflito.
l PROTEÇÃO E SEGURANÇA
l A existência de determinados limites, conhecidos pelos pais e pelos filhos, faz com que as crianças se sintam mais protegidas e seguras.
l Caso contrário, existem dois perigos evidentes: ou os pais são autoritários e proíbem tudo ou a criança domina os pais. Mas, se uma criança se sentir mais poderosa do que quem cuida dela, como poderá confiar em quem deveria protegê-la?
l Do ponto de vista da criança, os limites podem parecer restrições e enfurecê-la, mas são também portões que protegem e dão garantia.
l São os pais que devem formar nela a sensibilidade para reconhecer a diferença entre suas necessidades e suas vontades.
l Existem muitas boas razões para fixar limites, como coisas primárias e simples: proibir brincar com objetos perigosos, como as tomadas elétricas, fogo, facas, armas...
l As coisas começam a se complicar quando se deve decidir se uma criança pode voltar para casa sozinha, se pode ir de bicicleta ou dormir na casa de um amigo. Nisso tudo, o respeito e os desejos dos filhos são muito importantes e todo cuidado é pouco.
l AUTONOMIA E RESPONSABILIDADE
l Outro aspecto importante é refletir sobre aquilo que ajuda o filho ou a filha a crescer com autonomia e responsabilidade. Se os pais satisfizerem todas as vontades dos filhos, estes cresceriam fracos e sempre mais incapazes de suportar uma frustração.
l Os pais, com as melhores intenções, procuram poupar o filho de qualquer tipo de sofrimento, mas podem acabar eliminando a possibilidade de desenvolver neles os instrumentos necessários para enfrentar dificuldades.
l A segurança, com a qual a mãe faz os filhos respeitarem as regras que regulam as diversas atividades, ajuda as crianças a entenderem que as coisas têm uma determinada estrutura e que os fatos têm início e fim. Isso lhes servirá para superar os momentos difíceis e aprender a gerir as circunstâncias mais complicadas.
l Os limites ajudam as crianças a desenvolver capacidades próprias. A criança quer atenção, ou um certo brinquedo, ou desenvolver outra atividade e, devendo esperar ou renunciar, aprende também a ser flexível e paciente, a procurar alternativas, a ser criativa: todas qualidades úteis na vida.
l LIMITES COERENTES
l Os limites são um dos pilares para uma boa educação, pois fornecem aquele sentido de segurança física e emotiva de que ela necessita para aprender as grandes lições do autocontrole e do comportamento ético.
l Mas justamente porque ajudam a formar a estrutura da personalidade, os limites devem ser coerentes. Os pais nunca devem esquecer de que justamente eles devem ser exemplos pelos mesmos limites.
l Enquanto cresce, um filho deve ser sempre envolvido na compreensão e na aceitação de seus limites. Os “não” devem encorajar o contato e não o afastamento, atrair os filhos para a reflexão...
l Geralmente os “não” dos pais chegam depois do “por que?” dos filhos. Eles têm direito a uma resposta.
l É importante levar em conta a personalidade e o temperamento individual dos filhos. Os limites devem ser, num certo sentido, feitos na “medida”.
l Tudo isso requer um tempinho e trabalho maior do que aquilo que se gastaria esbravejando ou ameaçando punições, mas constitui o “coração” da arte da educação.
l PARA REFLETIR
l O que você entende por “limite”?

l Por que os filhos precisam de limites?

l Como estabelecer limites democraticamente numa família?

l As pequenas coisas...
l Eu tinha, na parede da sala, um grande quadro. Era uma paisagem com flores silvestres e um beija-flor sugando o néctar de uma delas.
l O quadro estava pendurado por um cordão de seda e, certo dia, sem que ninguém tocasse, caiu, ficando em pedaços.
l Fui verificar a causa do desastre e notei que uma pequenina traça roera o cordão e... era uma vez um lindo quadro...
l Às vezes, em muitas vidas, acontecem coisas desastradas por um simples mal-entendido, ou uma palavra dita sem reflexão, ou um ato praticado impensadamente.
l E destrói-se uma boa amizade, a felicidade de um lar e, quantas vezes, vidas são danificadas porque alguém deixou de corrigir uma criança que trouxe para casa um brinquedo roubado, um troco a mais do padeiro por engano, ou, ainda, porque alguém se embriagou, tendo começado por um pequeno gole.
l Por isso, tome cuidado com as pequenas coisas, com as pequenas traças, capazes de destruir grandes e belos quadros. Leve em consideração a advertência das sagradas escrituras: “Uma pequena fagulha põe em chamas uma grande floresta”. (Tiago 3,5)

OBRIGADA!
Psic. Sônia Furlanetto